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EDIÇÃO 40
Do leitor
Drogas Graças ao trabalho de uma ONG, preocupada de verdade com a triste situação de viciados, foi testado o uso medicinal do chá Santo Daime, utilizado como ritual religioso no norte do Brasil. Vários casos de cura de vício com a ingestão do chá foram constatados, pois o chá provoca uma introspecção: um pensar no mal e no bem. Em resumo, poderia se utilizar uso dessa fórmula de forma inteligente, por municípios, para recuperar drogados, bandidos, assassinos, enfim aquele que quem tem impulso ao crime. Se realmente houver um chá que os leve a refletir, teremos uma queda na violência, além de uma super recuperação de pessoas, que, com o tratamento, seriam controladas de forma definitiva. Assim, só teremos vantagens como a diminuição forte do crime, a recuperação de criminosos e a cura de vícios. O chá, como tudo no mundo, tem eua origem na natureza. Basta haver vontade política e abertura. Afinal, o que seriamos, não fossem as descobertas mais absurdas dos cientistas considerados loucos. Essas descobertas nos fizeram sair de crenças do tipo "o mundo gira em torno da terra, a terra é reta, a absurda descoberta da penicilina etc". Enfim, se não formos ousados, nunca mudaremos. Há quase um século crescemos, mas na área de inovar para uma vida melhor, ainda estamos no século 18. Vamos aproveitar a tecnologia, o mundo aberto e a globalização para viver melhor. Não é só dinheiro e novidades de consumo. Tudo isto é bom, mas sem vida de nada adianta. Roberto Moreira da Silva Cotia
Legislação Gostaria de saber se existe alguma legislação sobre barulho de cachorro após as 22h, visto que tenho um vizinho com cachorro no quintal e a sua residência tem portões com frestas e ele late para tudo e para todos durante o dia e a noite. Também tem um outro caso: um condômino sai para passear com seu cachorro todo dia às 23h e ocasiona um latido geral na rua. Como a minha rua é sem saída; é na ida e na volta. A Lei do Silêncio vale para estes casos? A revista poderia me enviar a lei na sua íntegra? Adilson Coletti Terras de Piracicaba III - Piracicaba
Informações Jurídicas Preciso de informações e ajuda jurídica referente às leis internas e convenções de loteamentos fechados. Ocorre que tenho uma lixeira dessas suspensas instaladas há mais de três anos na frente da minha casa, quando ainda não havia no loteamento uma definição de um sistema de acondicionamento externo para a coleta do lixo em cada residência. Hoje, a administração do loteamento decidiu, sem aprovação em assembleia, colocar uma espécie de carrinho plástico, desses que as concessionárias de coleta de lixo estão colocando nas ruas, com tampa e rodinhas, esteticamente pior dos que eram, para o acondicionamento externo e coleta de lixo, padronizando assim esse problema dentro do loteamento. A administração está me acionando juridicamente para que retire a lixeira metálica suspensa com o argumento que não está em conformidade com o condomínio. Existem inúmeras irregularidades no loteamento, e moradores me disseram que "bateram o pé" e não procederam como a administração quis que fizessem! Gostaria de saber o seguinte: 1. Eles podem fazer isso, uma vez que a lixeira nova não foi definida em assembléia? 2. Até onde vão os meus direitos e em que aspecto posso estar errado? 3. Pode haver "dois pesos, duas medidas" para decisões desse tipo? 4. Até onde a administração é soberana para resolver assuntos sem o conhecimento e consentimento dos moradores? Josomar Buzanelli Indaiatuba
Associação Temos um loteamento fechado e uma associação de proprietários, fundada em 1981. Recentemente um grupo de inadimplentes resolveu fundar uma outra associação, no mesmo local, ou seja, dentro do nosso próprio loteamento. Procurei na internet e descobri seu site. Vocês teriam mais informações a respeito desse problema. Gostaria de saber se existe outro caso semelhante ao nosso. Bueno Antonio Richard Stecca Cotia
Portaria A portaria é uma das principais imagens que o nosso condomínio passa para o exterior. Infelizmente a falta de orientações de quem trabalha lá foi desde sempre uma constante. Está na hora de mudar, de criar normas e procedimentos para garantir a segurança e a privacidade que pagamos e a que temos direito. Thiago Almeida de Souza Parque das Conchas - Lisboa
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