Terça-Feira, 7 de Setembro de 2010

EDIÇÃO 51

Comunidade

Por Mariano Veroneze

 

2º Fórum de condomínios horizontais e loteamentos

 

No próximo dia 31 de julho, está programada a segunda edição do Fórum de Condomínios Horizontais e Loteamentos Fechados. O evento será realizado no Complexo Educacional Mario Schenberg, localizado na Estrada do Espigão, 1413, em Cotia (SP). A ASCONHSP (Associação dos Condomínios Horizontais, Urbanísticos e Loteamentos Fechados do Estado de São Paulo), apresentará aos participantes palestras com pessoas renomadas, ligadas a assuntos relevantes que interferem diretamente na qualidade de vida dos moradores.

 

O objetivo do Fórum é propor a troca de experiências administrativas e de gestão e fortalecer o movimento em defesa dos condomínios da região. Segundo o presidente da associação Nilo Mingrone. A palavra de ordem é pacificar a existência desses fenômenos habitacionais e, sobretudo, os loteamentos fechados. “Queremos uma regulamentação, não mais em nível municipal, onde já existem regramentos em muitas cidades, nem em nível estadual, mas sim em nível federal”. Informações: contato@asconhsp.com.br

 

Decreto libera mais um cinturão de segurança

 

Foi autorizada a formação de mais um cinturão de segurança em Campinas. A prefeitura liberou por decreto o fechamento da Rua Batista de Oliveira Sampaio, no Parque dos Jacarandás, próximo ao campus 1 da Puccamp. É a segunda autorização em um mês, elevando para cerca de 40 o número de condomínios instalados na cidade. “Segurança é o relacionamento entre as pessoas.

 

As estratégias têm que passar por incentivos para que as pessoas ocupem todos os ambientes, que as cidades sejam mais inclusivas”, afirmou Marina Menezes, coordenadora de projetos na área de segurança pública e prevenção à violência do Instituto Latino-americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente (Ilanud).

 

Para ela, nos condomínios, os moradores abrem mão do direito de circular com segurança o tempo todo. “Os fechamentos de ruas e a formação de condomínios são feitos em nome da segurança, mas na realidade são mais promotores de violência”, disse a coordenadora do Laboratório de Estudos Urbanos (Laburb) da Unicamp, Eni Orlandi.

 

Projeto prevê reaproveitamento de óleo de cozinha

 

A Câmara de Vereadores aprovou, em primeira discussão, projeto de lei que cria o programa de reaproveitamento de óleos e gorduras utilizados para fins domésticos e industriais. “Trata-se de um resíduo poluidor que é despejado de maneira irregular em rios e bueiros.

 

O projeto prevê a coleta e a destinação correta por meio de cooperativas e ONGs (Organização Não Governamental)”, argumentou o vereador Cidão Santos (PPS), autor da matéria. Ainda segundo Cidão Santos, Campinas consome perto de 500 mil litros de óleo vegetal. Depois de usado, aproximadamente 90% desse material é jogado no esgoto ou descartado como lixo.

 

Um estudo apresentado pelo vereador aponta que um litro de óleo pode poluir mais de 20 mil litros de água. Pela proposta, será de responsabilidade dos condomínios e dos estabelecimentos comerciais que trabalham com refeições a dar um destino correto para o produto. No caso das empresas, os proprietários serão obrigados a implantar em sua estrutura funcional um programa de coleta do material para destiná-lo ao reaproveitamento.

 

Disney lança condomínio residencial de luxo

 

O conglomerado de mídia e entretenimento The Walt Disney Company faz a sua estreia no mercado imobiliário de luxo. A companhia anunciou o lançamento de projetos de condomínios residenciais que serão construídos no complexo Disney, na Flórida, nos Estados Unidos.

 

Pensadas para a classe AAA, as casas custarão entre US$ 1,5 milhão e US$ 8 milhões. Segundo o Wall Street Journal, a aposta no ramo imobiliário nessa região é arriscada, já que as taxas de execuções hipotecárias na Flórida são as mais altas nos Estados Unidos neste ano. Em Orlando, dizem os agentes imobiliários entrevistados pelo jornal americano, os valores de imóveis residenciais caíram entre 50% e 60% de seu valor máximo.

 

Os moradores podem contratar seus arquitetos. Mas, na área externa, a Disney exige que sigam seus padrões. Aqui, o desenho mostra a casa em estilo toscano. No entanto, a empresa acredita que o mercado de luxo nos Estados Unidos voltou a crescer. “Ainda há muito o que oferecer a esse tipo de público”, afirma Matt Kelly, diretor de produtos imobiliários da Disney.

 

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